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Operação Acerto de Contas: Contador é preso por lavar R$ 225 milhões para facção

29 de janeiro de 2026
Jornal Contábil

Uma força-tarefa composta pelo Ministério Público, Polícia Civil e Receita Estadual deflagrou, nesta quarta-feira, dia 28, a Operação Acerto de Contas. 

O alvo principal é um técnico em contabilidade de 57 anos, preso preventivamente sob a acusação de gerenciar um esquema bilionário de lavagem de dinheiro para a facção “Os Manos”. Segundo as autoridades, o suspeito movimentou cerca de R$ 225,4 milhões em atividades ilícitas desde 2023.

A ofensiva mobilizou agentes em 12 cidades do Rio Grande do Sul e em Florianópolis (SC), cumprindo 261 ordens judiciais. Além da prisão do contador, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e o monitoramento de outros 11 envolvidos por meio de tornozeleiras eletrônicas. 

Durante as buscas, foram apreendidos 30 veículos de alto padrão e 11 imóveis de luxo.

 

A “fábrica” de notas frias

Mesmo com o registro profissional cassado, o contador mantinha uma estrutura sofisticada. A investigação aponta que ele criava constantemente novos CNPJs — as chamadas “empresas noteiras” — para emitir notas fiscais frias e dificultar o rastreio do dinheiro pelas autoridades.

 

O esquema funcionava em duas frentes:

  1. Sonegação Fiscal: Empresários buscavam o contador para reduzir impostos ilegalmente. Ele oferecia serviços de evasão fiscal e transferia dívidas de empresas reais para o nome de “laranjas”.
  2. Lavagem de Dinheiro: O lucro da venda de drogas era inserido nessas empresas fictícias, circulando de forma artificial até retornar ao sistema financeiro com aparência de legalidade.

 

Lucro milionário e vida de luxo

A investigação apurou que o contador não apenas ajudava criminosos, mas lucrava alto com o esquema. Ele teria faturado cerca de R$ 6 milhões, mantendo um padrão de vida incompatível com sua renda declarada. Entre os bens confiscados pela Justiça, estão 11 imóveis e 30 veículos de alto padrão, localizados principalmente no Litoral gaúcho e catarinense.

Para proteger esse patrimônio, o investigado utilizava “blindagem patrimonial”, registrando bens em nome de terceiros (laranjas) para evitar o confisco pelas autoridades.

 

Investigação conjunta

O cerco ao criminoso começou em 2024, após a Receita Estadual detectar irregularidades e enviar um relatório ao Ministério Público. Na mesma época, a Polícia Civil já monitorava o uso dessas empresas para o “branqueamento” de capitais do tráfico na Operação Livro Caixa.

A base da farsa contábil ficava em cidades como Porto Alegre, Canoas e a região do Vale do Sinos. Os envolvidos agora respondem por lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes contra a ordem tributária.

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